Empresas americanas se comprometem a usar energias renováveis

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iStockphoto.com / sauletas Para redução de emissão de carbono, governo americano aio investir US$ 140 bilhões .

Os setores público e privado têm agido ativamente para garantir que as emissões de gases poluentes sejam reduzidas drasticamente. Neste contexto, algumas das maiores empresas dos Estados Unidos se comprometeram publicamente a investir mais de US$ 140 bilhões em esforços para reduzir as emissões de carbono.

O compromisso faz parte do esforço da administração do presidente Barack Obama de envolver o setor privado na agenda do clima. O governo mantém um Plano de Ação Climática, que deve cortar cerca de seis bilhões de toneladas de emissão de carbono até 2030, quando totalmente implementado. Isto é equivalente a retirar da estrada todos os carros dos Estados Unidos por mais de quatro anos.

Com a Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU (Organizações das Nações Unidas) se aproximando, as metas traçadas mostram que tanto o setor privado quanto o público querem uma economia verde baseada em energias renováveis.

Empresas estão dispostas a salvar o meio ambiente

As 13 empresas que assinaram compromisso de redução de carbono são Alcoa, Apple, Bank of America, Berkshire Hathaway Energy, Cargill, Coca-Cola, General Motors, Goldman Sachs, Google, Microsoft, Pepsi-Co, UPS e WalMart.

Além do investimento, as empresas se comprometem a gerar mais de 1.600 megawatts em energia renovável. A iniciativa inclui ainda metas individuais, que variam de acordo com a companhia. A Alcoa, por exemplo, uma das maiores fabricantes mundiais de alumínio, comprometeu-se a reduzir suas emissões de carbono nos EUA em 50% até 2025.

Já o Bank of America prometeu adicionar US$ 75 bilhões aos US$ 50 bilhões que já disponibiliza para apoiar negócios ambientalmente sustentáveis, enquanto a Coca-Cola vai reduzir em 25% a emissão de gases de efeito estufa, incluindo a sua cadeia de fornecedores.

Para os próximos meses está prevista mais uma rodada de compromissos semelhantes, que deve incluir outras grandes empresas. A ideia do governo é mobilizar o maior número possível de empresários nessa luta.