Estudo identifica as empresas de tecnologia mais preocupadas com energia limpa

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© Depositphotos.com / SergeyNivens Apple foi reconhecida como a empresa mais preocupara com o meio ambiente.

O Greenpeace publicou no começo deste mês um importante relatório que detalha a relação das principais empresas do ramo de tecnologia do mundo com a geração de energia limpa. A “Clicking Clean” é considerada uma das análises anuais mais relevantes para setor, já que seus pesquisadores se utilizam de uma série de dados para avaliar as companhias e medir o seu “nível” de preocupação com as tecnologias verdes.

Dentre os principais pontos levados em conta pela ONG para fazer seu levantamento está a contribuição da empresa para redução do aquecimento global através de diversas ações, além de seu interesse pela resolução por outros problemas ambientais.

No decorrer do estudo, disponibilizado via PDF pelo próprio Greenpeace, a organização destaca também a importância de criar novos mecanismos tecnológicos que se preocupem com o meio ambiente, sobretudo na manutenção de grandes equipamentos e produção de eletrônicos. Os termos das políticas de uso de energia renovável das empresas e sua transparência foram também abordados na avaliação.

Entre as empresas líderes na preocupação com o meio ambiente e geração de energia limpa destacaram-se: a Apple, liderando com nota A e pontuação de 83% no índice de energia limpa, seguida pelo Facebook, que ficou com nota A e 67% no mesmo quesito, e Google (que anunciou seu plano de usar somente energia renovável em 2017) com a mesma nota e 56%.

Por outro lado, empresas como Samsung (nota D e apenas 11%) e Oracle (nota D e somente 8% no índice) acabaram decepcionando, já que ambas estão no grupo das marcas mais importantes do mercado. Netflix e Amazon também foram lembradas por seus respectivos desempenhos negativos.

No balanço do relatório, o Greenpeace concluiu que, de uma maneira geral, as grandes empresas do setor têm aderido e priorizado a energia limpa. Outras questões como utilização de gás natural, consumo de carvão e outros combustíveis fosseis, investimentos em energias não-renováveis, também foram analisadas pela organização e estão disponíveis no arquivo.

Para consultar o relatório na íntegra, acesse-o em Clicking Clean: Who Is Winning The Race To Build A Green Internet?