Áreas degradadas da floresta amazônica diminuíram entre 2011 e 2013

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Maior floresta do planeta e um dos lugares com a maior biodiversidade na Terra, Amazônia comemora seu dia nesta sexta-feira, 5 de setembro. Sua área representa dois quintos da América do Sul e a metade do território brasileiro. Ela se estende por Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, e outros países da América do Sul, como Venezuela, Guianas, Suriname, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador. Além disso, concebe um quinto da água doce do mundo. Devido à grande importância da floresta, há uma grande preocupação com relação ao seu futuro e o equilíbrio ambiental que ela proporciona para o planeta. Alvo de madeireiras, grandes latifúndios e pastagens para gado, a Amazônia já teve seu território muito diminuído. Porém, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a taxa de desmatamento e degradação florestal vem caindo nos últimos anos. Entre 2011 e 2013, a área degradada recuou de 24.650 km² para 5.434 km². É importante frisar que estas áreas não estão totalmente desmatadas, mas estão expostas a uma degradação progressiva. O levantamento dos dados foi feito pelo projeto Degrad, um sistema do Inpe que mapeia áreas expostas à degradação progressiva por meio de imagens de satélite utilizadas pelo projeto Prodes, também do Inpe, que monitora o corte raso da floresta. Através do levantamento, foi possível identificar uma correlação entre a ocorrência de fogo na região amazônica e a degradação florestal. De acordo com os dados, a degradação florestal foi influenciada pela quantidade de queimadas detectadas a cada ano, entre 2007 e 2013.

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