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Nova York ganha sua primeira escola sustentável

Além da estrutura inteligente, toda energia gasta na escola e produzida no local por meio de painéis solares

25 de janeiro de 2016
publicado por
Redação

Reprodução Para captar o máximo de luz solar a escola conta com claraboias e painéis de teto reflexivos.

Imagina uma escola totalmente projetada de maneira sustentável e que só utiliza materiais amigos do meio ambiente. Em um local assim, ensino e prática andam juntos para a criação de jovens conscientes. E pensando nisso, a empresa de arquitetura SOM acaba de concluir a primeira escola pública de Nova York sustentável!

A escola Kathleen Grimm para Liderança e Sustentabilidade possui 6.317 metros quadrados e 444 vagas para crianças do ensino primário e está localizada em Staten Island. O edifício apresenta uma copa que sustenta painéis solares que geram a energia da escola. Além de painéis que se espalham pela área do estacionamento do edifício. Toda energia consumida pela estrutura é reposta no local. Além de ter sua própria produção enérgica a construção foi feita de modo a necessitar de 50% menos energia do que uma escola comum.

O design conta com claraboias e painéis de teto reflexivos que promovem luz natural aos ambientes e que foram posicionados de maneira a absorver o máximo possível da luz. O aquecimento e resfriamento são feitos por sistemas que captam o calor natural por meio dos painéis solares e do solo.

Os pátios e áreas de lazer foram dispostos de maneia a facilitar a utilização das áreas livres e possibilitar que mais atividades sejam executadas nessas áreas. As crianças também podem acessar displays digitais interativos que a todo o momento indicam o consumo de energia do edifício. Esse conhecimento agrega à disciplina de sustentabilidade fontes de controle para que as crianças possam interferir e contribuir para a manutenção das estruturas.

Os arquitetos responsáveis pelo projeto acreditam que esse modelo pode ser um bom exemplo para as futuras construções na cidade. Roger Duffy, designer e sócio da SOM, acredita neste padrão inteligente que melhora o desempenho ambiental e contribui para uma utilização do espaço mais eficaz. Que a ideia se expanda pelo mundo todo e que no Brasil possamos ter escolas públicas com essa qualidade de ensino e estrutura!